O que faz a UE A União Europeia procura proteger os seus interesses financeiros, investigando fraudes, corrupção e quaisquer outras atividades ilegais suscetíveis de afetar o seu orçamento. Para o efeito, foi criado em 1999 o Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF). A missão do OLAF consiste em detetar, investigar e impedir a utilização fraudulenta de fundos da UE e outras infrações lesivas do orçamento da UE, bem como faltas graves por parte do pessoal e dos membros das instituições da UE. Além disso, desenvolve e acompanha a legislação e as políticas antifraude. Estes esforços ajudam a garantir que o dinheiro dos contribuintes da UE chega aos projetos a que se destina e que as receitas da UE são adequadamente protegidas. Factos relativos à prevenção da fraude 17 mil milhões de EUR Valor das fraudes e irregularidades detetadas pelo OLAF desde a sua criação em 19996 000+ Número de inquéritos realizados pelo OLAF nos seus 26 anos de existência871,5 milhões de EUR Montante em euros que o OLAF recomendou para recuperação pelo orçamento da UE em 2024 Áreas de atuaçãoInquéritos relacionados com as receitas da UEDescubra os domínios de receitas da UE investigados pelo OLAFInquéritos relacionados com as despesas da UESaiba como o OLAF investiga a utilização do orçamento da UEInquéritos administrativos internosInvestigação de faltas graves do pessoal das instituições e organismos da UEPolíticas de prevenção e dissuasão da fraudeSaiba como o OLAF define as políticas antifraude da UEPrograma Antifraude da UniãoApoio financeiro e técnico aos países da UE na luta contra a fraudeCooperação com parceiros de investigaçãoCooperação com entidades policiais, aduaneiras, administrativas e judiciárias, tanto no interior como no exterior da UE Principais realizações Desde a sua criação em 1999, o Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF) teve um impacto significativo na proteção dos interesses financeiros da UE contra fraudes e irregularidades. Através de inquéritos independentes, o OLAF protege a competitividade e o crescimento da Europa, a saúde e a segurança dos europeus e o ambiente. Assegura que os fundos da UE são encaminhados para onde é devido: melhorar a vida dos cidadãos e apoiar setores-chave como a agricultura, a educação, a investigação e inovação, o ambiente e a indústria.Para além dos inquéritos, a UE adotou políticas e ações antifraude para reforçar a eficácia da luta contra a fraude. Graças aos seus conhecimentos especializados, o OLAF apoia as instituições da UE no desenvolvimento de um quadro jurídico sólido que ofereça uma maior proteção ao orçamento da UE e ao dinheiro dos contribuintes.Os países da UE podem receber apoio financeiro para combater a fraude através do Programa Antifraude da União, em especial apoio técnico, apoio operacional a investigações, formação especializada e atividades de investigação.Um instrumento baseado na Internet, o Sistema de Notificação da Fraude, permite aos cidadãos denunciar fraudes em linha, em qualquer uma das línguas oficiais da UE, de forma anónima.Em 2021, a Procuradoria Europeia entrou em funcionamento. Trata-se de um órgão público independente da UE com competência para investigar, exercer ação penal e levar a julgamento crimes contra os interesses financeiros da UE. Em destaque Não há dinheiro para mel adulterado«From the hives» (Das colmeias) foi uma ação coordenada a nível da UE que incidia nas importações de mel para a UE. Foi liderada pela Direção-Geral da Saúde e da Segurança dos Alimentos da Comissão Europeia, com as autoridades nacionais de 18 países que fazem parte da rede de combate à fraude alimentar da UE, o OLAF e o Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia. Trabalharam em conjunto para detetar mel que tinha sido artificialmente alterado com a adição de xaropes de açúcar baratos antes de chegarem aos mercados da UE. O OLAF apoiou a operação, ajudando a realizar inquéritos e controlos no local. Verificou-se que 133 empresas (70 importadoras e 63 exportadoras) estavam envolvidas em remessas de mel suspeito de adulteração. Últimas notícias 26 de fevereiro de 2026Romania: DLAF 2025 Report: Intensifying controls and strengthening judicial cooperation to protect European funds25 de fevereiro de 2026SHIELD VI: Over 3.1 million pills seized in EU-wide action against counterfeit medicinal products Ver tudo Outras informaçõesOrganismo Europeu de Luta AntifraudeComunicar suspeitas de fraude ao OLAFRelatórios anuais do OLAF Esta página foi atualizada pela última vez em 1 agosto 2025
A União Europeia procura proteger os seus interesses financeiros, investigando fraudes, corrupção e quaisquer outras atividades ilegais suscetíveis de afetar o seu orçamento. Para o efeito, foi criado em 1999 o Organismo Europeu de Luta Antifraude (OLAF). A missão do OLAF consiste em detetar, investigar e impedir a utilização fraudulenta de fundos da UE e outras infrações lesivas do orçamento da UE, bem como faltas graves por parte do pessoal e dos membros das instituições da UE. Além disso, desenvolve e acompanha a legislação e as políticas antifraude. Estes esforços ajudam a garantir que o dinheiro dos contribuintes da UE chega aos projetos a que se destina e que as receitas da UE são adequadamente protegidas.
Inquéritos relacionados com as receitas da UEDescubra os domínios de receitas da UE investigados pelo OLAF
Inquéritos relacionados com as despesas da UESaiba como o OLAF investiga a utilização do orçamento da UE
Inquéritos administrativos internosInvestigação de faltas graves do pessoal das instituições e organismos da UE
Cooperação com parceiros de investigaçãoCooperação com entidades policiais, aduaneiras, administrativas e judiciárias, tanto no interior como no exterior da UE
Não há dinheiro para mel adulterado«From the hives» (Das colmeias) foi uma ação coordenada a nível da UE que incidia nas importações de mel para a UE. Foi liderada pela Direção-Geral da Saúde e da Segurança dos Alimentos da Comissão Europeia, com as autoridades nacionais de 18 países que fazem parte da rede de combate à fraude alimentar da UE, o OLAF e o Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia. Trabalharam em conjunto para detetar mel que tinha sido artificialmente alterado com a adição de xaropes de açúcar baratos antes de chegarem aos mercados da UE. O OLAF apoiou a operação, ajudando a realizar inquéritos e controlos no local. Verificou-se que 133 empresas (70 importadoras e 63 exportadoras) estavam envolvidas em remessas de mel suspeito de adulteração.
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